A caminho dos 100 anos de atividade, a história da Galucho começa em 1920, em São João das Lampas, pela mão do nosso fundador, José Francisco Justino, um jovem de espírito empreendedor que se especializou no desenvolvimento de arados e charruas. Por esta altura, a Galucho era a referência local e regional para este tipo de soluções agrícolas.

A empresa cresceu significativamente, liderando o processo de mecanização da agricultura portuguesa e espanhola. A Galucho alcançou uma posição de destaque no mercado ibérico, sendo regularmente associada à modernização da agricultura.

A empresa expandiu a sua área de atuação, dedicando-se não só aos equipamentos agrícolas mas também ao setor dos transportes e ambiente.

Atualmente a Galucho desenvolve a sua atividade a uma escala internacional com postos de produção em Portugal e na Argélia. Contamos ainda com um vasto leque de parceiros estratégicos que colocam a Galucho a operar numa dimensão mundial.

1920 - 1940, nascimento e desenvolvimento de uma nova empresa

Um jovem de espírito empreendedor, José Francisco Justino, instala uma oficina de ferreiro em S. João das Lampas, Sintra. Começa por fabricar ferramentas e utensílios para a agricultura. Progressivamente foi fabricando produtos mais sofisticados como alfaias agrícolas de tração animal, carroças e carros de boi.

1940 - 1950, o crescimento

A mecanização agrícola emerge em Portugal e traz novas oportunidades de negócio. José Justino e os seus filhos começaram a reparar e a reforçar as máquinas importadas para a prática da agricultura. As máquinas importadas não estavam adaptadas à dureza dos solos portugueses.

1950 - 1960, as soluções

Em função das necessidades não satisfeitas dos agricultores portugueses, José Justino e seus filhos, com um espírito pragmático, desenvolvem novas soluções de equipamentos agrícolas. As novas soluções, adaptadas à realidade agrícola portuguesa são um sucesso imediato.

1960 - 1970, a fabricação em escala

Os filhos, agora à frente da empresa, investem numa nova fábrica com os melhores meios de produção disponíveis à data. A Galucho especializa-se no fabrico de grades de discos pesadas, uma nova gama de produto desenhada para responder às necessidades dos agricultores nas ex-colónias africanas, especialmente Angola e Moçambique. A Galucho começa a produzir equipamentos em escala para os setores da Agricultura e dos Equipamentos de Transporte, uma nova unidade de negócio.

1970 - 1980, a expansão internacional

A sucesso das grades pesadas abriu caminho para a entrada em novos mercados internacionais. A empresa participa nas mais importantes feiras internacionais de maquinaria agrícola em França, Reino Unido, Espanha e Alemanha, consequentemente, as vendas aumentam não só na Europa mas também no Médio Oriente e África. A sede, em S. João das Lampas, serve de base de produção e desenvolvimento para as suas subsidiárias instaladas em países tais como Angola, Marrocos, Nigéria, Arábia Saudita e Venezuela.

1980 - 1990, empresa líder

A empresa consolida a sua posição na Europa e assume um papel de liderança. Estabelecem-se várias parcerias, sendo que a parceria com os tratores Steyr ajuda a reforçar a presença em África, América Latina, Médio e Extremo Oriente. A Galucho reforça a sua reputação como uma marca de qualidade.

1990 - 2000, abertura da segunda unidade produtiva

Uma nova fabrica é construída em função do aumento da procura dos equipamentos Galucho e da diversificação da gama. Albergaria-a-Velha é o local escolhido para o estabelecimento da segunda fábrica em Portugal.

2000- 2014, investimentos em novas tecnologias

Investimento avultados são feitos nas infraestruturas das fábricas através da aquisição e instalação de sofisticados meios de produção. Ano após ano, a empresa merece a preferência da maioria dos agricultores portugueses, ao mesmo tempo que cresce em mais de 70 países para os quais exporta.

2014-presente, os novos desafios

A 3ª e a 4ª gerações assumem a gestão da empresa. Em 2015, a Galucho apresentou uma imagem renovada, um novo logótipo, um novo slogan e uma motivação renovada para expandir e servir os seus clientes ainda melhor. Surge uma nova unidade de negócio: Ambiente. A empresa está a crescer e sente-se confiante em relação aos desafios futuros.